Este não é "simplesmente" um livro que fala de morte e perda. É muito mais: trata-se de um retrato dolorosamente lúcido, acutilante e inteligente sobre um amor nem sempre expresso em vida, de uma filha pelo seu pai (e mãe). O falecimento recente do pai (a "morte", para não mascarar a realidade, como diz a autora), é o mote para um relato visceral, dorido, mas conciliador da autora consigo própria e com as circunstâncias.
Imperdível, para quem se encontra numa situação semelhante.
Inesquecível para os demais.
(Ana Maria Bijóias Mendonça)
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