Este blogue - tal como o livro "O meu outro pai" - pretende ser um tributo ao meu pai e à minha mãe e um meio de comunhão com quem se encontre a viver um processo de luto. Será um espaço de diálogo alma a alma. Por isso, quem o desejar pode colocar aqui feedbacks da leitura do livro e/ou partilhar experiências e sabedorias do luto. Deixem o vosso comentário no final das mensagens publicadas ou enviem as vossas opiniões e relatos para zezabijoias@gmail.com.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
O caminho da dor...
O porquê do título
NÃO MORREU!
Verás que aquele que amas continua teu, porque está vivo!...
Adormeceu...
Rasga o nevoeiro denso da amargura com os faróis da Fé e da Esperança,
e verás que aquele que amas continua teu, porque está vivo!...
Adormeceu...
E quando transpuseres a curva da morte na caminhada veloz para os céus, reencontrarás aquele que partiu e amas eternamente vivo na Vida de Deus…
P. Mário Salgueirinho
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Ecos da leitura do livro
Porque decidi escrever este livro?
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Admitir, Aceitar, Adaptar e Agir
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Capítulo VIII - O luto é o preço de amar
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
A descoberta do pai
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Do prefácio
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Amar para além da morte: Do Prefácio ao livro «O meu outro pai»
Não deixa de ser significativo que, logo no início do livro, que é um tributo ao pai que vai morrer (do qual “morre”, ainda, de saudades) lhe peça perdão pelo “não dito”, suficientes vezes – que gostava dele, que o amava –, mas também lhe diria (mesmo em pensamento) que o “não o prendia cá se tivesse chegado a hora de partir”. Nas suas palavras “custou-me horrores, mas libertou-me”. Assim deve ser.
Sobre os “ses”, logo após a morte dos que nos são queridos: Se eu tivesse estado… Se eu tivesse feito… Se tivesse dito… CHEGA! Como escreve, há que colocar em acção os 4 “a”: admitir, aceitar, adaptar e agir.