«É nas nossas vidas, e não nas nossas experiências conscientes, que encontramos a memória daqueles que já partiram. A nossa consciência é caprichosa e indigna da tarefa de recordar. A maneira mais importante de recordar os outros é ser a pessoa que fizeram de nós – pelo menos em parte – e viver a vida que nos ajudaram a delinear.»
(Mark Rowlands, in O filósofo e o lobo)
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