«É uma verdade psicológica bem conhecida: quando perdemos um familiar, uma pessoa amada, algo do que nos transmitiram continua a viver em nós e a inspirar-nos. Os nossos mortos vivem nos nossos corações. É a forma de “imortalidade” mais consoladora que há e a que mais me toca.»
(David Servant-Schreiber, in antes de dizer adeus)
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