«A morte não existe – nós existimos nela.
E faço este discurso envergonhado
(mas algo hei-de dizer enquanto sinto
que não é o meu fim que ali se encontra
mas o princípio) como quem senta
o rabo na borda da cadeira e escorregando
se afunda lentamente pelo chão: a viagem
é essa, esse é o rio – ou ela.»
(Pedro Tamen)
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