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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Amar para além da morte: Do Prefácio ao livro «O meu outro pai»

Não deixa de ser significativo que, logo no início do livro, que é um tributo ao pai que vai morrer (do qual “morre”, ainda, de saudades) lhe peça perdão pelo “não dito”, suficientes vezes – que gostava dele, que o amava –, mas também lhe diria (mesmo em pensamento) que o “não o prendia cá se tivesse chegado a hora de partir”. Nas suas palavras “custou-me horrores, mas libertou-me”. Assim deve ser.

Sobre os “ses”, logo após a morte dos que nos são queridos: Se eu tivesse estado… Se eu tivesse feito… Se tivesse dito… CHEGA! Como escreve, há que colocar em acção os 4 “a”: admitir, aceitar, adaptar e agir.

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